De repente, o silêncio
As vozes se calam
O véu é retirado
Uma luz na escuridão.
Mansa, me alcança
Serpenteia sobre mim
Enfim, a libertação!
As amarras serão cortadas
Da penumbra à imensidão...
Ela me abraça, mas algo a distrai
Sorrindo se afasta:
- Me espere, até mais!
"Às vezes é um erro subir, mas é sempre um erro nunca tentar. Se você não subir, não vai cair. A verdade é essa, mas será tão ruim assim fracassar, tão duro cair? Às vezes, você desperta … outras, sim, você morre. Mas há uma terceira alternativa. Você voa.” ♦ HQ Sandman ♦

4 comentários:
Olá Encantadora, belo e profundo poema, mas me permita questioná-la, estais desencantada? Bjo
Olá Mariah! A palavra é um passaporte para nosso infinito particular e, pra mim, morte não é apenas a ausência de vida: o "desencanto" da lagarta é vida pra borboleta...;))) Bjxxx
Desencantada?! nunca! diria enigmática.
Oi Bárbara, adorei o 'enigmática'.
Na verdade, somos todos enigmas do Tempo.
Beijos iluminados!
Postar um comentário